Márcio Rangel

Começou a estudar música aos 9 anos e já aos 13 anos, tocando flauta doce e percussão, integrou o grupo musical da Associação Brasil Soka Gakkai (BSGI) no Rio de Janeiro. Aos 16 anos, de volta ao Rio e a banda musical da BSGI, teve seu primeiro contato com o sax, inicialmente no tenor. integrou as bandas da BSGI no Rio, São Paulo, São José dos Campos, Brasília e Curitiba por 27 anos, sendo os últimos 15 como responsável técnico e arranjador.

De 1981 a 1983 tocou sax tenor e estudou música nas bandas militares do CMRJ e CMB. A partir de 1988, paralelo a faculdade de Arquitetura, estudou na Musiart no Rio de Janeiro e durante os anos 90 iniciou os estudos de arranjo e composição. Nesta época gravou um álbum de Forró com a Banda Asa Branca onde escreveu os arranjos do naipe de metais. Começou a dar aulas particulares de sax e participou de várias bandas tocando e gravando diferentes estilos tanto com o sax tenor como com o alto e o soprano. De 2000 a 2004 estudou arranjo e prática de orquestra no Conservatório de MPB de Curitiba. Nesta época ingressou na Soulution Orchestra como arranjador e tocando barítono e tenor. Em 2002 sai coordenação geral da banda musical da BSGI de Curiba para fundar um núcleo de formação de Orquestra que, desde 2012, pertence a OFBHI (Orquestra Filarmõnica do Humanismo Ikeda).

Onde hoje atua como responsável técnico, arranjador e clarinetista do núcleo de Curitiba. Em 2005 montou a banda Big Time, tocando tenor e escrevendo os arranjos. Em atividade até hoje, a Big Time tem uma trajetória que já rendeu mais de 500 shows em todo o Brasil, países da América do Sul, além de turnês para o Japão e Estados Unidos, participando de grandes eventos como o Festival da Cultura Brasileira em Portland – USA, Búzios Jazz & Blues, Bourbon Festival Paraty e Rio das Ostras Jazz & Blues – RJ, Campos Jazz Fest e Guarujazz & Blues – SP, Festa Nacional da Maça – São Joaquim – SC, Festival de Dança de Joinville – SC, Festival de Jazz & Blues de Garanhuns – PE e Guaramiranga – CE.

Por duas teve o privilégio de abrir o show do rei do blues B.B. King no Brasil. Além de veiculações expressivas em mais de 40 programas na TV brasileira, como por exemplo, no Jô Soares, Raul Gil, Hebe Camargo, Faustão, Amaury Jr., Otávio Mesquita, Ronnie Von, entre outros. Com a Big Time participou e produziu 2 DVDs e 4 CDs, tendo sido o último gravado nos EUA.

Apaixonado pelo sax e pela música em geral não vê fronteiras de estilos. Acredita que o que importa é o coração do músico em querer tocar o coração do ouvinte. Assim como seu grande “Mestre da Vida”, o Dr. Daisaku Ikeda, publicou em 2002: “O poeta norte-americano Henry Wadsworth Longfellow (1807-1882) proclamou que a música é o idioma universal da humanidade. É exatamente isso. A música é uma língua global. É uma “chave mágica” que abre o coração das pessoas, transcendendo as diferenças de nacionalidade, etnia e religião. É um grande catalisador que harmoniza o coração e a mente das pessoas, unindo toda a humanidade. É a melodia que faz a vida avançar, que transmite alegria, coragem e esperança. É o som da dinâmica atividade, da criatividade e do progresso.”



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